Mais uma dose. Não! Grato. É só isso, mesmo.
Breve vazio
no bar do abandono
é outono
risquei os contornos daquela mulher, desvendando-lhe a forma para exorcizá-la de mim
e o nome dela que escrevera junto ao meu num coração na areia da praia, foi levado e lavado com as ondas do mar
Não foi como quis,
mas sempre soube que não seria
Prefiro ficar com o f da forma ao da ferida. Não. Prefiro a festa e o favo ao suposto seria. Não. Prefiro a sereia, a areia ao líquido alcoólico que trouxe esta amarga poesia.
no bar do abandono
é outono
risquei os contornos daquela mulher, desvendando-lhe a forma para exorcizá-la de mim
e o nome dela que escrevera junto ao meu num coração na areia da praia, foi levado e lavado com as ondas do mar
Não foi como quis,
mas sempre soube que não seria
Prefiro ficar com o f da forma ao da ferida. Não. Prefiro a festa e o favo ao suposto seria. Não. Prefiro a sereia, a areia ao líquido alcoólico que trouxe esta amarga poesia.

Que beleza. Será mesmo a tristeza a grande maga que faz belo o mais profundo sofrer? Quero crer: a felicidade convive com ela, e nenhuma é mais bela, apenas nos cabe bem viver .
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