A Criatura do Lago
No lago de um parque onde há cisnes, patos e peixes esses animais começam a aparecerem mortos, ninguém tem uma explicação para este fato, somente uma antiga lenda da época na qual ainda não haviam moradores próximos ao parque explica. Conta a lenda que uma criatura foi vista à noite em meio à vegetação próxima ao lago deu um sorriso e mostrou seus dentes afiados que brilhavam depois mergulhou no lago de águas escuras para se esconder das armas e dos olhos dos pioneiros que atiraram no lago por mais de uma hora, mas nada saía do lago, na época ainda não haviam mergulhadores e o mistério ficou sem solução. A lenda também diz que a criatura nunca mais saiu do lago. Alguns dizem que a criatura estava em um sono profundo, mas algo fez ela despertar. Os guardas do parque foram armados para garantirem a segurança de quem visita o parque de dia, mas à noite o parque fica cheio de aventureiros e caçadores de mitos que esperam capturar a criatura e exibi-la no museu de história natural. Os que viram a criatura descrevem-na como tendo uma aparência humana e todos os dentes carnívoros. Até que o prefeito aprovou no conselho municipal uma lei para drenar todas as águas do lago. Então à noite quando o parque estava fechado as autoridades colocaram holofotes que iluminavam o lago e todos assistiam apreensivos na televisão e no telão do centro da cidade, pois a imprensa transmitia ao vivo à toda hora informativos sobre a resolução do mistério. Eles começam a drenagem das águas do lago e quando estavam quase terminando a criatura surgiu em frente às câmeras fotográficas e televisivas atacando os 20 câmera-mans, a população ficou em pânico somente os radialistas continuaram transmitindo informações pois se esconderam dentro dos carros. Um radialista disse:
- Estamos vendo depois de centenas de anos o que os pioneiros afirmavam não existir! A criatura é assustadora ouvintes e está adentrando a mata da reserva ecológica!
Outro radialista que estava em outro carro avisa as autoridade da reserva ecológica:
- Atenção guardas da reserva ecológica se estiverem ouvindo saibam que a criatura que estava sob as águas do lago acabou de entrar nas dependências sob sua jurisdição!
Porém os guardas da reserva ecológica não estavam ouvindo o rádio. A criatura nadou pelo rio até chegar ao porto próximo à cabana de vigilância então saiu da água e foi em direção à cabana que estava com as portas abertas entra e ataca todos os 3 guardas que estavam dentro da cabana. Entretanto o rádio-transmissor da cabana dos guardas ecológicos estava ligado e a estação transmitia naquele momento os últimos gritos de terror do trio de guardas que foram ouvidos no rádio-transmissor das rondas policiais. Um grupo de policiais identificou que a transmissão vinha da cabana da reserva ecológica e alertaram todas as viaturas disponíveis que estavam próximas à reserva ecológica. 50 viaturas estavam na mesma estação radiofônica. Um total de 150 policiais foram mobilizados para o cerco contra a criatura do lago que naquele momento chamava a atenção dos médicos e dos cientistas e pesquisadores do museu de história natural.
Chegaram à cabana da reserva ecológica, mas não encontraram a criatura ali, seguiram os rastros dela na chuva que começava à cair sobre a cidade até o rio que passava à mais ou menos uns 400 metros da cabana. Chamaram os para-médicos para socorrerem os 3 guardas ecológicos enquanto os radialistas chamavam-os também para socorrerem os câmera-mans. A lenda também conta que esta criatura morava em uma aldeia de selvagens onde as casas eram construídas com madeira sobre estacas também de madeira e ficavam sobre as margens do rio antes de ser atacada por vilões incendiários de uma vila próxima ao rio. E todos na cidade se perguntavam o que fez a criatura despertar. Os profetas da cidade diziam que era o juízo final, os médicos diziam que era alguma criatura com alguma deformidade em comparação aos humanos, os cientistas e pesquisadores do museu de história natural diziam que talvez fosse um elo perdido da evolução humana ou o próximo estágio da evolução humana.
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