do signo




Tudo quando existe é passível de significado, tudo é, portanto, significante.

O signo é a compreensão do significante (que é concreto) e significado (que é abstrato), por isso sempre serão arbitrários.

Discriminações, preconceitos, guerras... derivam da arbitrariedade de significados.

O ser, criador das significações, faz de si um signo detentor de multisignificados, sendo que, alheio às sua insignificâncias, o ser é essencialmente insignivicável.


ao insignificável Saussure.

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